Escapulário de Nossa Senhora do Carmo » A hora da morte para o pecador que não se arrepende dos seus pecados

13/07/2011 Nossa Senhora do Carmo Nenhum comentário

1. Um homem desculpava abertamente a sua perversa vida, jactando-se de usar o Escapulário; reivindicava para si a certeza da salvação, ao mesmo tempo que desedificava o próximo com abomináveis excessos.

Perseverou nesta presunçosa crença até que foi surpreendido pela morte. Então, aqueles a quem tinha escandalizado foram testemunhas de um acontecimento terrível: ao avizinhar-se a morte, o infeliz pensou que o Escapulário era a causa de sua angústia. Clamou dolorosamente que o Escapulário o estava a queimar. E num último e supremo esforço, arrancou-o de si, atirando-o para longe… E assim, desprotegido desse escudo de salvação, foi encontrar-se com o Divino Juiz…[1].
2. Uma jovem, filha de pais piedosos mais fracos, insistiu com eles para deixa-la ir a um baile de Carnaval. Estes lhe rogaram de todos os modos que não fosse, mas ela não lhes deu ouvidos.

Chegado ao dia, toda fantasiada e mascarada, a jovem preparava-se para sair de casa quando a mãe abordou:
Minha filha, você está levando o Escapulário?
Que coisa, mamãe! — respondeu a jovem mal humorada. A Sra. Acha que eu iria a um baile com o Escapulário?!… Não estou indo à Igreja…
Mas minha filha, e se lhe acontecer algo?
Ora, mamãe, se acontecer, aconteceu! E sem mais, partiu.
No momento em que ela entrava no salão de baile, houve uma troca de tiros entre dois litigantes, e uma bala extraviada a atingiu diretamente no coração…[2].
[1] P. Huguet, “La Dévotion à Marie en exemples”, t. II, p. 62. Apud Haffert, pp. 44-45.
[2] Bloc-Cal. V. del Carmen, 1927, EE, p. 186.
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SOLIMEO, Plinio Maria. A grande promessa de salvação: O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo. São Paulo: Artpress, 2006, p. 37-38.

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